Eletrólise Percutânea Musculoesquelética
Tecnologia Inovadora para regeneração e alívio da dor
A Eletrólise Percutânea Musculoesquelética (EPM) é uma das terapias mais avançadas e precisas da medicina musculoesquelética atual. Realizada com o auxílio de agulha guiada por ultrassonografia, utiliza uma corrente elétrica contínua aplicada diretamente no tecido lesionado, promovendo um estímulo biológico controlado capaz de desencadear e acelerar o processo de reparo tecidual.
Reconhecida internacionalmente e amplamente empregada na ortopedia, fisioterapia e medicina esportiva, a técnica atua de forma focal e minimamente invasiva, sendo especialmente eficaz no tratamento de tendinopatias crônicas, lesões degenerativas e quadros refratários aos tratamentos convencionais. Ao modular o ambiente inflamatório local e estimular a regeneração da matriz extracelular, a eletrólise percutânea contribui para a redução da dor, melhora funcional e recuperação estrutural do tecido acometido, respeitando os princípios da mecanobiologia e da cicatrização tecidual.
Como funciona a Eletrólise Percutânea Musculoesquelética?
A EPM funciona por meio da aplicação controlada de uma corrente elétrica contínua diretamente no tecido lesionado, utilizando uma agulha fina posicionada com precisão sob orientação ultrassonográfica.
De forma prática, o mecanismo ocorre em três etapas principais:
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Acesso preciso ao tecido lesionado
Com o auxílio do ultrassom, a agulha é introduzida exatamente na área degenerada do tendão, músculo, fáscia ou ligamento, garantindo um tratamento focal, seguro e altamente direcionado, sem lesão de estruturas adjacentes. -
Aplicação da corrente galvânica
A corrente contínua gera uma reação eletroquímica local controlada, capaz de romper tecido degenerado, modular o pH e promover um estímulo inflamatório terapêutico. Esse processo “reinicia” o ciclo de cicatrização, que muitas vezes encontra-se estagnado nas lesões crônicas. -
Estimulação do reparo tecidual
A resposta biológica induzida leva ao recrutamento celular, aumento da vascularização, reorganização das fibras de colágeno e remodelação da matriz extracelular, resultando em redução progressiva da dor e melhora funcional.
Por ser um procedimento minimamente invasivo, ecoguiado e baseado em princípios fisiopatológicos, a Eletrólise Percutânea é especialmente indicada para tendinopatias crônicas, fasciopatias e outras lesões degenerativas, integrando-se de forma eficaz a protocolos modernos de reabilitação musculoesquelética.

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Principais indicações
A E.P.M. é especialmente eficaz no tratamento de:
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Tendinopatia patelar (joelho do saltador)
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Fasciíte plantar
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Tendinopatia de Aquiles
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Epicondilite lateral (cotovelo do tenista)
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Lesões musculares crônicas
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Bursites
É frequentemente utilizada em atletas, mas também apresenta excelente resultado em pacientes com dor crônica ou limitações funcionais.
Vantagens da Eletrólise Percutânea Musculoesquelética
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Sessões rápidas
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Efeito biológico duradouro
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Melhora progressiva nas semanas subsequentes
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Redução significativa da dor
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Aceleração do retorno às atividades
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Realizado sob sedação e anestesia
Por ser baseada em estímulo elétrico e resposta biológica, não depende de medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.
